Subhash Dey é o único diretor-ator de teatro cego na Índia que também é co-fundador do grupo Anyadesh Theatre, o único grupo de teatro na Índia para pessoas com deficiência visual. Ele não é apenas ator, mas também diretor, cantor e estudioso. Neste filme, através de sua narração e histórias de sua vida, vemos como ele usa o teatro para superar os contratempos de sua deficiência e conhecer sua visão, filosofia e processo.
Subhash Dey is the only blind theatre director-actor in India who is also a co-founder of Anyadesh Theater group, the only theater group in India for the sightless. He is not just an actor but also a director, singer and a scholar. In this film, through his narration and glimpses from his life, we see how he uses theater to overcome the setbacks of his disability and meet his vision, philosophy and process.
Beyond the Spectrum: A Family’s Year Confronting Autism
Documentário, 86min Canadá, 2017 Direção: Steven Suderman
Quando o filho de dois anos, Oskar, é diagnosticado com autismo, essa atarefada família de sete pessoas decide parar tudo por um ano para se concentrar nas terapias do menino. Enquanto se esforçam para se conectar com ele, confrontam-se com uma questão crítica: aceitar Oskar significa aceitar seu autismo?
When their two-year-old son Oskar is diagnosed with autism, this busy family of seven drops everything for a year to focus on his therapy. As they strive to connect with him, they confront a critical question: does accepting Oskar mean accepting his autism.
Oficina com Fernanda Amaral do Projeto Dança Sem Fronteiras
Data: Dia 30/11, sábado Horário: Entre 16h e 18h Local: Auditório CCBB SP
Fernanda Amaral, bailarina, atriz, coreógrafa e educadora com mais de 25 anos de experiência profissional. Nascida no Brasil, residiu na Grã-Bretanha por 20 anos, onde se graduou em Educação. Possui vários títulos internacionais em dança e teatro, incluindo vários certificados em DanceAbility. Recebeu vários prêmios, incluindo o “Bonnie Bird” por mérito, em 2009, pelo “Centro de Laban” em Londres; “Wales Arts International” 2004/2005 no País de Gales; “Lisa Ulman” na França em 2000; além de inúmeros patrocínios do conselho Britânico de Artes. Em 1993 fundou a Cia de dança-teatro Patuá Dance, e em 2005 a Cia. com bailarinos de habilidades mistas Patuá DanceAbility, ambas no País de Gales. Em 2010 em São Paulo, criou a Cia Dança sem Fronteiras realizando ações educacionais, atuando e dirigindo inúmeros espetáculos para todos os públicos.
A dança e o movimento com Fernanda Amaral diretora da Dança sem Fronteiras A metodologia desenvolvida por Fernanda Amaral obteve plena aceitação na Europa e nas Américas em várias universidades, escolas, conferências, festivais. Nas ações educacionais são utilizadas técnicas de consciência corporal, improvisação, dinâmicas de dança contemporânea, DanceAbility e dança-teatro, que trabalham o potencial de todos os participantes com foco na criatividade e na igualdade.
Ação: – Ver vídeo – Conversa sobre o trabalho da Cia – Vivência prática – Percepção do corpo, escuta-lo – Conversa com o corpo – sem palavras – Percepção através do toque – Foto com celular de olhos fechados – Ver foto e criar um movimento para esta experiência – Conversa final
Oficina 2 com Mona Rikumbi
Data: Dia 07/12, sábado Horário: Entre 17h e 19h no Local: Auditório CCBB SP
Mona Rikumbi é atriz, dançarina, ativista nas causas raciais e das pessoas com deficiência com atuação na arte e cultura. Apesar de ter sido diagnosticada com neuromielite óptica, aos 30 anos, e andar em uma cadeira de rodas desde 2007, Mona Rikumbi afirma que a doença não foi o bastante para interromper seu amor pela vida e pela arte. “Deficiência foi só mais um detalhe na minha vida. Eu nasci mulher, negra e mãe solteira. Uma série de coisas que não faziam da minha vida muito fácil.”, conta a bailarina.Dessa forma, além de atriz, enfermeira e dançarina, em 2017, Mona foi considerada a primeira cadeirante negra a se apresentar no palco do Theatro Municipal de São Paulo, junto com sua colega Leonice Jorge. Atualmente, ela vive com seu filho de 24 anos, no bairro Americanópolis, na periferia de São Paulo. No documentário, relata as dificuldades de ser mãe solteira e da constante preocupação em criar um filho negro no Brasil. O documentário: Mona – trajetória de uma mulher negra cadeirante no Brasil (direção Lucca Messer) compõe a programação do Festival Assim Vivemos 2019.
Sobre a apresentação/oficina no Assim Vivemos SP: Performance/ Oficina “Sant’Água”:
Utilizando os valores da tradição Afro-bantu a água é reconhecida enquanto divindade traduzindo em si prosperidade, fecundidade , um convite irrecusável para a grande roda da transformação ao toque dos tambores. Mona convidará os participamentes da Oficina a experimentarem a vivência com o toque dos tambores em uma grande roda.
Oficina 3: Performance “Tasting Colour” com Amy Neilson Smith
Data: Dia 07/12, sábado Horário: De 15hs às 16hs Local: Auditório CCBB SP
Realizado pela Poeta Sensorial e Performer Amy Neilson Smith (DIRETORA do filme A Bit Taste of Difference), o público será convidado a criar a sua própria linguagem colorida, usando sabores tradicionais brasileiros, celebrando e se conectando através dos alimentos. Público-alvo: pessoas que assistiram à sessão anterior, onde o filme “A Bit Taste of Difference” foi exibido, e público em geral.
Brasília
Oficina 1 com street cadeirante e coreógrafo Wesley Messias
Data: Dia 17/11, domingo. Horário: 17h00. Local: CCBB.
Street Cadeirante – Cadeirantes dançam street dance! A ideia e iniciativa do projeto Street Cadeirante surgiu com uma das bailarinas, a cadeirante Carla Maia, que dançava antes de ter uma lesão medular e adquirir uma tetraplegia, aos dezessete anos. Após parceria com o experiente coreógrafo Wesley Messias, foi possível o projeto Street Cadeirante acontecer.
O projeto é formado pelos eixos: aulas e show. O eixo aulas inclui todos com limitação motora que queiram dançar na cadeira de rodas e acontecem na Cia Athetica/ Uniceub, e o eixo show é a Companhia de dança formada por bailarinas cadeirantes selecionadas das aulas inclusivas.
O grupo criado em 2018 já se apresentou com a cantora Iza, no evento Na Praia (2018), e em outros recordistas de público como o Capital Moto Week (2019), Carnaval no Parque (2019), Encontro Inclusão UniCeub (2019), e Brasília Capital Fitness (2019).
Sobre a Performance / Oficina: Senta e dança!
Após apresentação do Street Cadeirante, as bailarinas convidam os presentes a vivenciar a experiência libertadora de dançar com prazer, mesmo que sentados. Cadeiras comuns são disponibilizadas e o coreógrafo Wesley Messias, parceiro e diretor artístico do projeto, ministra aula de dança inclusiva. Essa interação inusitada, que não tem limite de idade, trabalha a empatia e o respeito às diferenças. O resultado dessa dança e troca de energia será registrado em vídeo, de até 1 minuto, e disponibilizado nas redes sociais do @streetcadeirante. Por um dia pessoas comuns poderão sentir o que significa ser parte do Street Cadeirante!
Oficina 2 com Mona Rikumbi
Data: Dia 20/11, quarta-feira. Horário: Entre 14h e 15h30. Local: CCBB.
Mona Rikumbi é atriz, dançarina, ativista nas causas raciais e das pessoas com deficiência com atuação na arte e cultura. Apesar de ter sido diagnosticada com neuromielite óptica, aos 30 anos, e andar em uma cadeira de rodas desde 2007, Mona Rikumbi afirma que a doença não foi o bastante para interromper seu amor pela vida e pela arte.
“Deficiência foi só mais um detalhe na minha vida. Eu nasci mulher, negra e mãe solteira. Uma série de coisas que não faziam da minha vida muito fácil.”, conta a bailarina.
Dessa forma, além de atriz, enfermeira e dançarina, em 2017, Mona foi considerada a primeira cadeirante negra a se apresentar no palco do Theatro Municipal de São Paulo, junto com sua colega Leonice Jorge. Atualmente, ela vive com seu filho de 24 anos, no bairro Americanópolis, na periferia de São Paulo. No documentário, relata as dificuldades de ser mãe solteira e da constante preocupação em criar um filho negro no Brasil. O documentário: Mona – trajetória de uma mulher negra cadeirante no Brasil (direção Lucca Messer) compõe a programação do Festival Assim Vivemos 2019.
Sobre a Performance / Oficina: Kitembu é esse??
Utiliza a dança, canto e poesia, com forte influência dos valores civilizatórios da Cosmovisão afro Bantu . “Kitembu” (Tempo), é o Senhor da Temporalidade, cronológica e atmosférica. A poesia fica por conta de Mário Quintana,e a música de Caetano Veloso interpretado por Maria Bethânia.
Rio de janeiro
Oficina 1 com Moira Braga
Data: Dia 26/10, sábado Horário: Entre 16h e 18h Local: Hall CCBB em frente ao Cinema
Moira Braga é atriz, bailarina, jornalista e consultora de audiodescrição em conteúdos artísticos. É uma das coordenadoras do grupo de estudo e pesquisa em Dramaturgia do Movimento e Fruição Estética desenvolvido na Escola e Faculdade Angel Vianna. Nessa mesma instituição, é professora da disciplina Introdução à metodologia Angel Vianna no curso técnico de bailarino contemporâneo. Entre os trabalhos artísticos mais recentes estão: Atriz e preparadora corporal do espetáculo “Volúpia da Cegueira”, direção de Alechandre Lino; professora de teatro. Idealizadora, autora e atriz do espetáculo infantil “Ventaneira – a cidade das flautas”, direção de Morena Cattoni.
Performance/Oficina O QUE VOCÊ VÊ? – Autoria, direção e atuação: Moira Braga Sinopse: Uma pergunta, uma provocação, um convite. Moira Braga explora através da performance, dramaturgias do gesto, do mover sonoro e das palavras que constroem movimento. E nesse jogo de palavras e movimento, a artista propõe uma reflexão sobre o sentido da visão e convida o expectador a vivenciar uma outra experiência sobre o olhar. Duração: O tempo da performance varia de acordo com o envolvimento do público, podendo durar de 30 a 50 minutos. Após a performance, o público será convidado a vivenciar a experiência da dança usando vendas nos olhos.
Oficina 2 com Matheus Trindade
Data: Dia 02/11, sábado Horário: Entre 16h e 18h Local: Hall CCBB em frente ao Cinema
Matheus Trindade é ator, dançarino cadeirante e poeta. É portador de Artrogripose Múltipla Congênita, síndrome rara que atinge 1 em cada 5000 nascimentos, Matheus nunca encarou a deficiência como um fator limitante para a realização de experimentações corporais e artísticas. Estreou nos palcos aos 10 anos com um solo de 8 minutos na Rede Sarah de Hospitais. Em 2016 começou no teatro e também na poesia.
Performance/ Oficina: Sentidos Componentes: Matheus Trindade, Glória Lila e Amélia Goulart Sinopse: Convida o público a desvendar os significados de ações e vivências cotidianas. Resignificar a solidez dos sentimentos humanos, explorar a capacidade do corpo, o lugar de cada um no espaço, a solidão, a superficialidade das relações e suas implicações no imaginário. Ao final o público comum será convidado a experimentar movimentos de dança na cadeira de rodas.
Tradução e Legendas /Translation and Closed Caption 4 Estações
Roteiros de Audiodescrição / Audiodescription Script Cinema Falado Produções
Atores – Audiodescrição e voice over Actors – Audiodescription / voice over Rodrigo De Bonis Viviane Coutinho Maria Thalita de Paula Ana Paula Fazza Lívia Guerra
Intérpretes de LIBRAS Jhonatas Narciso Lorraine Meyer
Recepção / Recepcion Mayara Gonçalves [RJ] Sylvia Helena Monteiro Araujo [RJ] Fanny Aymara [SP] Bruno Vital [SP] Egly Meyer [DF] Livia Guerra [DF]
Registro em Vídeo / Video Camila Marquez [RJ e SP] Homero Flávio [DF]
Agradecimentos / Thanks Ciça Melo Clara Kutner Daniel Budak Fabiana Gadelha Gabriela Delgado Hilda Sommer Instituto Olga Kos Jordan Coulombe Jovana Milosavljevic-Ardeljan Lau Patrón Nicolau Pozzobon da Costa Ribeiro de Souza Violeta Pozzobon da Costa Ribeiro de Souza
9a Edição do Festival Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência, anuncia sua lista de filmes premiados:
Os jurados do Assim Vivemos 2019, Felipe Monteiro, Regina Cohen e Cristina Gomes escolheram cinco destaques e indicaram duas Menções Especiais do Júri. Como já é tradicional, o Júri escolhe os premiados e dá nomes específicos a cada prêmio. Os realizadores de cada filme premiado pelo Júri receberâo o Troféu Assim Vivemos, uma escultura original da artista plástica carioca Virgínia Vendramini.
Prêmios do Juri
Prêmio Relacionamento – A Jornada – The Journey (Suíça, 2018, 1h 25min.) Dir. Fanny Bräuning.
Prêmio Transformação – Vidas Inteligentes – Intelligent Lives (USA, 2018, 1h 12min.) Dir. Dan Habib.
Prêmio Experiência – Rei Shimon – King Shimon (Israel, 2018, 59 min.) Dir. Ariel Mayrose.
Prêmio Representatividade – Peixes de Água Doce (em Água Salgada) – Freshwater Fish (in Salt Water) (Espanha, 2018, 56min.) Dir. Marc Serena & Biel Mauri.
Prêmio Retrato – Lágrimas Vermelhas – Red Tears (India, 2019, 20 min. Dir. Tharindu Ramanayaka.
Menções Especiais do Juri
Meu nome é Daniel – (Brasil, 2018, 1h 23min.) Dir. Daniel Gonçalves. Pela exposição e pela reflexividade do próprio personagem-documentarista e pela narrativa que articula temporalidades diferentes resignificando situações e perspectivas;
Menina de areia – Sandgirl (Alemanha, 2017, 1h 24min) Dir. Mark Michel.
Pela articulação de procedimentos narrativos diversos para representar de forma lúdica e sensívelum universo particular.
Prêmio do Público
Resultado geral da votação popular nas 3 cidades (Rio deJaneiro, Brasília e São Paulo):
Posso – (Brasil, 2019, 59 min.) Dir. Adama Ouedraogo.
Awards
The 9th Edition of the Brazil’s Intl’ Disabilitiy Film Festival (Assim Vivemos) announces the list of awarded films.
The judges of the 2019 edition, Felipe Monteiro, Regina Cohen, and Cristina Gomes chose five highlights and indicated two Special Mentions from the Jury. As is already traditional, the Jury members choose the winners and give specific names to each award. The directors of each film awarded by the Jury will receive the “Assim Vivemos” Trophy, an original sculpture by the Brazilian artist Virgínia Vendramini.
Jury Awards
Relationship Award – The Journey (Switzerland, 2018, 1h 25min.) Dir. Fanny Bräuning. Transformation Award – Intelligent Lives (USA, 2018, 1h 12min.) Dir. Dan Habib. Experience Award – King Shimon (Israel, 2018, 59 min.) Dir. Ariel Mayrose. Representativeness Award – Freshwater Fish (in Salt Water) (Spain, 2018, 56min.) Dir. Marc Serena & Biel Mauri. Portrait Award – Red Tears (India, 2019, 20 min. Dir. Tharindu Ramanayaka.
Special Mentions of the Jury My name is Daniel (Brazil, 2018, 1h 23min.) Dir. Daniel Gonçalves. Sandgirl (Germany, 2017, 1h 24min) Dir. Mark Michel.
Audience Award
Overall result of audience votes in the 3 cities (Rio de Janeiro,Brasília, and São Paulo):
I can (Brazil, 2019, 59 min.) Dir. Adama Ouedraogo.
A comissão julgadora foi composta pelos seguintes profissionais:
Felipe Monteiro
É formado em tecnologia em processamento de dados pela UBM (Universidade de Barra Mansa – RJ), bacharelado em piano pelo CBM (Conservatório Brasileiro de Música – RJ), Licenciatura em educação artística com habilitação em música pelo (Conservatório Brasileiro de Música – RJ) e pedagogia pela Universidade Castelo Branco em Curitiba – PR. Especialista em Tradução audiovisual acessível: Audiodescrição pela UECE (Universidade Estadual do Ceará – CE), especialista em Acessibilidade cultural pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro – RJ), Aperfeiçoamento em Audiodescrição na escola pela UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora – MG) e cursando o Aperfeiçoamento em Educação especial pela UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro). Autor do livro Guia para a consultoria musical na elaboração de roteiros de audiodescrição para concertos de música instrumental erudita. Possui deficiência visual e atua como consultor em audiodescrição.
Regina Cohen
É Arquiteta e Urbanista, Doutora pela UFRJ, Pós-doutora FAPERJ; Pesquisadora Visitante na Universidadede Syracuse, EUA; Coordenadora do Núcleo Pró-acesso da UFRJ; Pesquisadora Associada do PROARQ/FAU/UFRJ. Coordenadora da Comissão de Acessibilidade do CAU RJ. Coordenadora do Núcleo Pró-acesso da UFRJ. Conselheira do Instituto Niemeyer. Membro do Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência – COMDEF RJ. Membro da Comissão Permanente de Acessibilidade da Prefeitura do Rio Núcleo Pró-Acesso UFRJ.
Cristina Gomes
É roteirista, professora de roteiro e consultora criativa. Jornalista (pela UFSC), tem Mestrado em Escrita Criativa (PUC-RS) e Doutorado com ênfase roteiro cinematográfico (PUC-Rio). Criou e escreveu séries de ficção, documentários e programas de TV em emissoras e produtoras independentes. Canais de veiculação: Multishow, Globo Internacional, Canal Brasil, TV Brasil, TV Cultura, Record, Canal Futura, GNT. Teve várias produções selecionadas e premiadas em laboratórios e festivais nacionais e internacionais, como o documentário De volta, indicado ao EMMY Internacional. Em 2019, estreia duas novas produções: o documentário Entre a porta e a rua e a série de ficção A Revolta dos Malês.
Documentário: 30 min Direção: Antonio Spanò Itália, 2017
Butembo, Congo. Ao seguir Jemima, uma garota curiosa que vagueia por estradas empoeiradas, mercados lotados, matadouros, fornos e caçadores de morcegos, conhecemos três mulheres que descrevem a dura realidade que enfrentam por terem nascido surdas em uma sociedade que discrimina mulheres e pessoas com deficiência.
Butembo, North Kivu, D.R. Congo While following Jemima, a little curious girl who wanders through dusty roads, crowded markets, slaughterhouses, furnaces and bat hunters we get acquainted with three women who describe the harsh realities of being born female and deaf in a society that discriminates against both women and people with disabilities.