Lágrimas vermelhas

Red Tears

Documentário, 20min
Índia, 2019
Direção: Tharindu Ramanayaka

Subhash Dey é o único diretor-ator de teatro cego na Índia que também é co-fundador do grupo Anyadesh Theatre, o único grupo de teatro na Índia para pessoas com deficiência visual. Ele não é apenas ator, mas também diretor, cantor e estudioso. Neste filme, através de sua narração e histórias de sua vida, vemos como ele usa o teatro para superar os contratempos de sua deficiência e conhecer sua visão, filosofia e processo.

Subhash Dey is the only blind theatre director-actor in India who is also a co-founder of Anyadesh Theater group, the only theater group in India for the sightless. He is not just an actor but also a director, singer and a scholar. In this film, through his narration and glimpses from his life, we see how he uses theater to overcome the setbacks of his disability and meet his vision, philosophy and process.

Charles Curtis Blackwell

Charles Curtis Blackwell

Documentário, 10min
Estados Unidos, 2017
Direção: Jeff M. Giordano

Um retrato do poeta/artista afro-americano da região de São Francisco, Charles Curtis Blackwell.

Portrait of San Francisco Bay Area African-American poet/artist Charles Curtis Blackwell.

Além do Espectro: um ano de uma família confrontando o autismo

Beyond the Spectrum: A Family’s Year Confronting Autism

Documentário, 86min
Canadá, 2017
Direção: Steven Suderman

Quando o filho de dois anos, Oskar, é diagnosticado com autismo, essa atarefada família de sete pessoas decide parar tudo por um ano para se concentrar nas terapias do menino. Enquanto se esforçam para se conectar com ele, confrontam-se com uma questão crítica: aceitar Oskar significa aceitar seu autismo?

When their two-year-old son Oskar is diagnosed with autism, this busy family of seven drops everything for a year to focus on his therapy. As they strive to connect with him, they confront a critical question: does accepting Oskar mean accepting his autism.

Oficinas

SÃO PAULO

Oficina com Fernanda Amaral do Projeto Dança Sem Fronteiras

Data: Dia 30/11, sábado
Horário: Entre 16h e 18h
Local: Auditório CCBB SP

Fernanda Amaral, bailarina, atriz, coreógrafa e educadora com mais de 25 anos de experiência profissional. Nascida no Brasil, residiu na Grã-Bretanha por 20 anos, onde se graduou em Educação. Possui vários títulos internacionais em dança e teatro, incluindo vários certificados em DanceAbility. Recebeu vários prêmios, incluindo o “Bonnie Bird” por mérito, em 2009, pelo “Centro de Laban” em Londres; “Wales Arts International” 2004/2005 no País de Gales; “Lisa Ulman” na França em 2000; além de inúmeros patrocínios do conselho Britânico de Artes. Em 1993 fundou a Cia de dança-teatro Patuá Dance, e em 2005 a Cia. com bailarinos de habilidades mistas Patuá DanceAbility, ambas no País de Gales. Em 2010 em São Paulo, criou a Cia Dança sem Fronteiras realizando ações educacionais, atuando e dirigindo inúmeros espetáculos para todos os públicos.

A dança e o movimento com Fernanda Amaral diretora da Dança sem Fronteiras A metodologia desenvolvida por Fernanda Amaral obteve plena aceitação na Europa e nas Américas em várias universidades, escolas, conferências, festivais. Nas ações educacionais são utilizadas técnicas de consciência corporal, improvisação, dinâmicas de dança contemporânea, DanceAbility e dança-teatro, que trabalham o potencial de todos os participantes com foco na criatividade e na igualdade.

Ação:
– Ver vídeo
– Conversa sobre o trabalho da Cia
– Vivência prática
– Percepção do corpo, escuta-lo
– Conversa com o corpo – sem palavras
– Percepção através do toque
– Foto com celular de olhos fechados
– Ver foto e criar um movimento para esta experiência
Conversa final

Oficina 2 com Mona Rikumbi

Data: Dia 07/12, sábado
Horário: Entre 17h e 19h no
Local: Auditório CCBB SP

Mona Rikumbi é atriz, dançarina, ativista nas causas raciais e das pessoas com deficiência com atuação na arte e cultura. Apesar de ter sido diagnosticada com neuromielite óptica, aos 30 anos, e andar em uma cadeira de rodas desde 2007, Mona Rikumbi afirma que a doença não foi o bastante para interromper seu amor pela vida e pela arte. “Deficiência foi só mais um detalhe na minha vida. Eu nasci mulher, negra e mãe solteira. Uma série de coisas que não faziam da minha vida muito fácil.”, conta a bailarina.Dessa forma, além de atriz, enfermeira e dançarina, em 2017, Mona foi considerada a primeira cadeirante negra a se apresentar no palco do Theatro Municipal de São Paulo, junto com sua colega Leonice Jorge. Atualmente, ela vive com seu filho de 24 anos, no bairro Americanópolis, na periferia de São Paulo. No documentário, relata as dificuldades de ser mãe solteira e da constante preocupação em criar um filho negro no Brasil. O documentário: Mona – trajetória de uma mulher negra cadeirante no Brasil (direção Lucca Messer) compõe a programação do Festival Assim Vivemos 2019.

Sobre a apresentação/oficina no Assim Vivemos SP:
Performance/ Oficina “Sant’Água”:

Utilizando os valores da tradição Afro-bantu a água é reconhecida enquanto divindade traduzindo em si prosperidade, fecundidade , um convite irrecusável para a grande roda da transformação ao toque dos tambores. Mona convidará os participamentes da Oficina a experimentarem a vivência com o toque dos tambores em uma grande roda.

Oficina 3: Performance “Tasting Colour” com  Amy Neilson Smith

Data: Dia 07/12, sábado
Horário: De 15hs às 16hs
Local: Auditório CCBB SP

Realizado pela Poeta Sensorial e Performer Amy Neilson Smith (DIRETORA do filme A Bit Taste of Difference), o público será convidado a criar a sua própria linguagem colorida, usando sabores tradicionais brasileiros, celebrando e se conectando através dos alimentos.
Público-alvo: pessoas que assistiram à sessão anterior, onde o filme “A Bit Taste of Difference” foi exibido, e público em geral.

Brasília

Oficina 1 com street cadeirante e coreógrafo Wesley Messias

Data: Dia 17/11, domingo.
Horário: 17h00.
Local: CCBB.

Street Cadeirante – Cadeirantes dançam street dance! A ideia e iniciativa do projeto Street Cadeirante surgiu com uma das bailarinas, a cadeirante Carla Maia, que dançava antes de ter uma lesão medular e adquirir uma tetraplegia, aos dezessete anos. Após parceria com o experiente coreógrafo Wesley Messias, foi possível o projeto Street Cadeirante acontecer.

O projeto é formado pelos eixos: aulas e show. O eixo aulas inclui todos com limitação motora que queiram dançar na cadeira de rodas e acontecem na Cia Athetica/ Uniceub, e o eixo show é a Companhia de dança formada por bailarinas cadeirantes selecionadas das aulas inclusivas.

O grupo criado em 2018 já se apresentou com a cantora Iza, no evento Na Praia (2018), e em outros recordistas de público como o Capital Moto Week (2019), Carnaval no Parque (2019), Encontro Inclusão UniCeub (2019), e Brasília Capital Fitness (2019).

Sobre a Performance / Oficina: Senta e dança!

Após apresentação do Street Cadeirante, as bailarinas convidam os presentes a vivenciar a experiência libertadora de dançar com prazer, mesmo que sentados. Cadeiras comuns são disponibilizadas e o coreógrafo Wesley Messias, parceiro e diretor artístico do projeto, ministra aula de dança inclusiva. Essa interação inusitada, que não tem limite de idade, trabalha a empatia e o respeito às diferenças. O resultado dessa dança e troca de energia será registrado em vídeo, de até 1 minuto, e disponibilizado nas redes sociais do @streetcadeirante. Por um dia pessoas comuns poderão sentir o que significa ser parte do Street Cadeirante!

Oficina 2 com Mona Rikumbi

Data: Dia 20/11, quarta-feira.
Horário: Entre 14h e 15h30.
Local: CCBB.

Mona Rikumbi é atriz, dançarina, ativista nas causas raciais e das pessoas com deficiência com atuação na arte e cultura. Apesar de ter sido diagnosticada com neuromielite óptica, aos 30 anos, e andar em uma cadeira de rodas desde 2007, Mona Rikumbi afirma que a doença não foi o bastante para interromper seu amor pela vida e pela arte.

“Deficiência foi só mais um detalhe na minha vida. Eu nasci mulher, negra e mãe solteira. Uma série de coisas que não faziam da minha vida muito fácil.”, conta a bailarina.

Dessa forma, além de atriz, enfermeira e dançarina, em 2017, Mona foi considerada a primeira cadeirante negra a se apresentar no palco do Theatro Municipal de São Paulo, junto com sua colega Leonice Jorge. Atualmente, ela vive com seu filho de 24 anos, no bairro Americanópolis, na periferia de São Paulo. No documentário, relata as dificuldades de ser mãe solteira e da constante preocupação em criar um filho negro no Brasil. O documentário: Mona – trajetória de uma mulher negra cadeirante no Brasil (direção Lucca Messer) compõe a programação do Festival Assim Vivemos 2019.

Sobre a Performance / Oficina: Kitembu é esse??

Utiliza a dança, canto e poesia, com forte influência dos valores civilizatórios da Cosmovisão afro Bantu . “Kitembu” (Tempo), é o Senhor da Temporalidade, cronológica e atmosférica. A poesia fica por conta de Mário Quintana,e a música de Caetano Veloso interpretado por Maria Bethânia.

Rio de janeiro

Oficina 1 com Moira Braga

Data: Dia 26/10, sábado
Horário: Entre 16h e 18h
Local: Hall CCBB em frente ao Cinema

Moira Braga é atriz, bailarina, jornalista e consultora de audiodescrição em conteúdos artísticos. É uma das coordenadoras do grupo de estudo e pesquisa em Dramaturgia do Movimento e Fruição Estética desenvolvido na Escola e Faculdade Angel Vianna. Nessa mesma instituição, é professora da disciplina Introdução à metodologia Angel Vianna no curso técnico de bailarino contemporâneo. Entre os trabalhos artísticos mais recentes estão: Atriz e preparadora corporal do espetáculo “Volúpia da Cegueira”, direção de Alechandre Lino; professora de teatro. Idealizadora, autora e atriz do espetáculo infantil “Ventaneira – a cidade das flautas”, direção de Morena Cattoni.

Performance/Oficina O QUE VOCÊ VÊ? – Autoria, direção e atuação: Moira Braga
Sinopse: Uma pergunta, uma provocação, um convite. Moira Braga explora através da performance, dramaturgias do gesto, do mover sonoro e das palavras que constroem movimento. E nesse jogo de palavras e movimento, a artista propõe uma reflexão sobre o sentido da visão e convida o expectador a vivenciar uma outra experiência sobre o olhar.
Duração: O tempo da performance varia de acordo com o envolvimento do público, podendo durar de 30 a 50 minutos. Após a performance, o público será convidado a vivenciar a experiência da dança usando vendas nos olhos.

Oficina 2 com Matheus Trindade

Data: Dia 02/11, sábado
Horário: Entre 16h e 18h
Local: Hall CCBB em frente ao Cinema

Matheus Trindade é ator, dançarino cadeirante e poeta. É portador de Artrogripose Múltipla Congênita, síndrome rara que atinge 1 em cada 5000 nascimentos, Matheus nunca encarou a deficiência como um fator limitante para a realização de experimentações corporais e artísticas. Estreou nos palcos aos 10 anos com um solo de 8 minutos na Rede Sarah de Hospitais. Em 2016 começou no teatro e também na poesia.

Performance/ Oficina: Sentidos
Componentes: Matheus Trindade, Glória Lila e Amélia Goulart
Sinopse: Convida o público a desvendar os significados de ações e vivências cotidianas. Resignificar a solidez dos sentimentos humanos, explorar a capacidade do corpo, o lugar de cada um no espaço, a solidão, a superficialidade das relações e suas implicações no imaginário. Ao final o público comum será convidado a experimentar movimentos de dança na cadeira de rodas.

Debates

Discussions

Rio de Janeiro

Família e Estímulos

Family and motivation

Inclusão Pela Arte

Inclusion through art

Autismo

Autisms

Moradia Assistida

Assisted Living

São Paulo

Família e Estímulos

Family and motivation

Inclusão Pela Arte

Inclusion through art

Moradia Assistida

Assisted Living

Autismo

Autisms

Brasília

Família e Estímulos

Family and motivation

Inclusão pela Arte

Inclusion through art

Autismo

Autisms

Moradia Assistida

Assisted Living

Ficha Técnica

Credits

Patrocínio/ Sponsorship
Banco do Brasil 

Realização / Realization
Secretaria Especial da Cultura
Ministério da Cidadania
Centro Cultural Banco do Brasil

Direção / Festival Director
Graciela Pozzobon da Costa

Produção / Production
Cinema Falado Produções

Produção Executiva /Executive Production
Bárbara Kahane

Curadoria / Curators
Lara Pozzobon
Gustavo Acioli

Coordenação de Produção / Production Coordinator
Fernando Pozzobon

Coordenação de Acessibilidade / Accessibility Coordinator
Rodrigo de Bonis

Consultor em audiodescrição / Audio description Consultant
Felipe Monteiro

Assistente de Produção / Production Assistants
Bruno Imenes [RJ]
Lívia Guerra [RJ]
Rudá Nunes Alves [DF]
Geórgia Reis [SP]

Administrativo / Administrative
Raphael Rocha
Rita Mendes

Design Gráfico / Graphic Design
Aline Carrer

Vinheta de Abertura / Opening
Bruno Ribeiro

Site / Website
Plano B

Troféu /Award
Virgínia Vendramini

Assessoria de Imprensa / Press Agent
Agência Febre (Kátia Carneiro)  – Rio de Janeiro e São Paulo
Tátika Comunicação (Kátia Turra) – Brasília

Divulgação Institucional / Institucional Promotion
Geórgia Reis [SP]
Luciana Bernardes Secron [RJ/DF]

Tradução e Legendas /Translation and Closed Caption
4 Estações

Roteiros de Audiodescrição / Audiodescription Script
Cinema Falado Produções

Atores – Audiodescrição e voice over
Actors – Audiodescription / voice over

Rodrigo De Bonis
Viviane Coutinho
Maria Thalita de Paula
Ana Paula Fazza
Lívia Guerra

Intérpretes de LIBRAS
Jhonatas Narciso
Lorraine Meyer

Recepção / Recepcion 
Mayara Gonçalves [RJ]
Sylvia Helena Monteiro Araujo [RJ]
Fanny Aymara [SP]
Bruno Vital [SP]
Egly Meyer [DF]
Livia Guerra [DF]

Registro em Vídeo / Video
Camila Marquez [RJ e SP]
Homero Flávio [DF]

Agradecimentos / Thanks
Ciça Melo
Clara Kutner
Daniel Budak
Fabiana Gadelha
Gabriela Delgado
Hilda Sommer
Instituto Olga Kos
Jordan Coulombe
Jovana Milosavljevic-Ardeljan
Lau Patrón
Nicolau Pozzobon da Costa Ribeiro de Souza
Violeta Pozzobon da Costa Ribeiro de Souza

Apoio:

Premiação

9a Edição do Festival Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência, anuncia sua lista de filmes premiados:

Os jurados do Assim Vivemos 2019, Felipe Monteiro, Regina Cohen e Cristina Gomes escolheram cinco destaques e indicaram duas Menções Especiais do Júri. Como já é tradicional, o Júri escolhe os premiados e dá nomes específicos a cada prêmio. Os realizadores de cada filme premiado pelo Júri receberâo o Troféu Assim Vivemos, uma escultura original da artista plástica carioca Virgínia Vendramini.

Prêmios do Juri

Prêmio Relacionamento –  A Jornada – The Journey (Suíça, 2018, 1h 25min.) Dir. Fanny Bräuning.

Prêmio Transformação – Vidas Inteligentes – Intelligent Lives (USA, 2018, 1h 12min.) Dir. Dan Habib.

Prêmio Experiência – Rei Shimon – King Shimon (Israel, 2018, 59 min.) Dir. Ariel Mayrose.

Prêmio Representatividade – Peixes de Água Doce (em Água Salgada) – Freshwater Fish (in Salt Water) (Espanha, 2018, 56min.) Dir. Marc Serena & Biel Mauri.

Prêmio Retrato – Lágrimas Vermelhas – Red Tears (India, 2019, 20 min. Dir. Tharindu Ramanayaka.

Menções Especiais do Juri

Meu nome é Daniel – (Brasil, 2018, 1h 23min.) Dir. Daniel Gonçalves.
Pela exposição e pela reflexividade do próprio personagem-documentarista e pela narrativa que articula temporalidades diferentes resignificando situações e perspectivas;

Menina de areia – Sandgirl (Alemanha, 2017, 1h 24min) Dir. Mark Michel.

Pela articulação de procedimentos narrativos diversos para representar de forma lúdica e sensívelum universo particular.

Prêmio do Público

Resultado geral da votação popular nas 3 cidades (Rio deJaneiro, Brasília e São Paulo):

Posso – (Brasil, 2019, 59 min.) Dir. Adama Ouedraogo.

Awards

The 9th Edition of the Brazil’s Intl’ Disabilitiy Film Festival (Assim Vivemos) announces the list of awarded films.

The judges of the 2019 edition, Felipe Monteiro, Regina Cohen, and Cristina Gomes chose five highlights and indicated two Special Mentions from the Jury. As is already traditional, the Jury members choose the winners and give specific names to each award. The directors of each film awarded by the Jury will receive the “Assim Vivemos” Trophy, an original sculpture by the Brazilian artist Virgínia Vendramini.

Jury Awards

Relationship Award – The Journey (Switzerland, 2018, 1h 25min.) Dir. Fanny Bräuning.
Transformation Award – Intelligent Lives (USA, 2018, 1h 12min.) Dir. Dan Habib.
Experience Award – King Shimon (Israel, 2018, 59 min.) Dir. Ariel Mayrose.
Representativeness Award – Freshwater Fish (in Salt Water) (Spain, 2018, 56min.) Dir. Marc Serena & Biel Mauri.
Portrait Award – Red Tears (India, 2019, 20 min. Dir. Tharindu Ramanayaka.

Special Mentions of the Jury
My name is Daniel (Brazil, 2018, 1h 23min.) Dir. Daniel Gonçalves.
Sandgirl (Germany, 2017, 1h 24min) Dir. Mark Michel.

Audience Award

Overall result of audience votes in the 3 cities (Rio de Janeiro,Brasília, and São Paulo):

I can (Brazil, 2019, 59 min.) Dir. Adama Ouedraogo.

Juri

A comissão julgadora foi composta pelos seguintes profissionais:

Felipe Monteiro

É formado em tecnologia em processamento de dados pela UBM (Universidade de Barra Mansa – RJ), bacharelado em piano pelo CBM (Conservatório Brasileiro de Música – RJ), Licenciatura em educação artística com habilitação em música pelo (Conservatório Brasileiro de Música – RJ) e pedagogia pela Universidade Castelo Branco em Curitiba – PR. Especialista em Tradução audiovisual acessível: Audiodescrição pela UECE (Universidade Estadual do Ceará – CE), especialista em Acessibilidade cultural pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro – RJ), Aperfeiçoamento em Audiodescrição na escola pela UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora – MG) e cursando o Aperfeiçoamento em Educação especial pela UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro). Autor do livro Guia para a consultoria musical na elaboração de roteiros de audiodescrição para concertos de música instrumental erudita. Possui deficiência visual e atua como consultor em audiodescrição.

Regina Cohen

É Arquiteta e Urbanista, Doutora pela UFRJ, Pós-doutora FAPERJ; Pesquisadora Visitante na Universidadede Syracuse, EUA; Coordenadora do Núcleo Pró-acesso da UFRJ; Pesquisadora Associada do PROARQ/FAU/UFRJ. Coordenadora da Comissão de Acessibilidade do CAU RJ. Coordenadora do Núcleo Pró-acesso da UFRJ. Conselheira do Instituto Niemeyer. Membro do Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência – COMDEF RJ. Membro da Comissão Permanente de Acessibilidade da Prefeitura do Rio Núcleo Pró-Acesso UFRJ.


Cristina Gomes

É roteirista, professora de roteiro e consultora criativa. Jornalista (pela UFSC), tem Mestrado em Escrita Criativa (PUC-RS) e Doutorado com ênfase roteiro cinematográfico (PUC-Rio). Criou e escreveu séries de ficção, documentários e programas de TV em emissoras e produtoras independentes. Canais de
veiculação: Multishow, Globo Internacional, Canal Brasil, TV Brasil, TV Cultura, Record, Canal Futura, GNT. Teve várias produções selecionadas e premiadas em laboratórios e festivais nacionais e internacionais, como o documentário De volta, indicado ao EMMY Internacional. Em 2019, estreia duas novas produções: o documentário Entre a porta e a rua e a série de ficção A Revolta dos Malês.

Voz Interior

Inner Me

Documentário: 30 min
Direção: Antonio Spanò
Itália, 2017

Butembo, Congo. Ao seguir Jemima, uma garota curiosa que vagueia por estradas empoeiradas, mercados lotados, matadouros, fornos e caçadores de morcegos, conhecemos três mulheres que descrevem a dura realidade que enfrentam por terem nascido surdas em uma sociedade que discrimina mulheres e pessoas com deficiência.

Butembo, North Kivu, D.R. Congo While following Jemima, a little curious girl who wanders through dusty roads, crowded markets, slaughterhouses, furnaces and bat hunters we get acquainted with three women who describe the harsh realities of being born female and deaf in a society that discriminates against both women and people with disabilities.